Tyler M. Castelly- O começo

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Tyler M. Castelly- O começo

Mensagem por Tyler M. Castelly em Sab Abr 30, 2011 3:59 pm

# Capitulo I

“Eu juro que se soubesse as conseqüências que essa busca traria, não gostaria de ter nascido”.


Meu nome é Tyler M. Castelly tenho 14 anos e moro atualmente em Chicago. Há dois meses, eu estudava no Internato Militar de Chicago ou IMC. Estudava lá por prioridade de minha mãe, Nicole Castelly, ela achava que a escola militar daria uma boa estatura a mim, pois eu não era do tipo comportado.

Eu sou imperativo, não paro quieto, isso me favorece nas lutas, e como estou sempre em movimento, monstros não faltam em minha vida. Bom, vou contar agora como tudo começou. Eram 06:00 da manhã, as vezes me pergunto por que acordo tão cedo, levantei ao soar da sirene do internato.

Fui ao banheiro e tomei uma ducha de água gelada, sim, gelada e não fria. O bom de tomar essa ducha era que esta me despertava rapidamente e não sentia mais sono. Mas o ruim é que me causava muitos calafrios e choques térmicos, que com o tempo todos nós nos acostumamos.

Saí do banheiro, e me arrumei. Coloquei minha tradicional camisa preta desabotoada e uma camisa branca por baixo, calça jeans e tênis branco. De acessórios, somente meu anel do vento( o "vento" é por que estava gravado no anel), presente de aniversário de 13 anos dado pela minha mãe. Ela dizia que meu pai falara para ela entregar isso a mim quando tivesse idade suficiente.

Eu nunca entendi isso e ela nunca explicara direito. O meu pai saiu de casa quando eu era bebê e deixou minha mãe sozinha. Por isso nunca lhe dera o respeito como pai. Minha mãe, diferente de meu pai, foi um marco em minha vida. Um exemplo de superação, garra e vontade. Ela criou-me sozinha, trabalhou duro para conseguir o que eu ela temos. Durante anos, batalhou e montou seu próprio negócio. E com ele sustentou-nos.
Voltando... Arrumei minha mochila, coloquei roupas e outras coisas. Peguei meu Mp4 e coloquei minhas bandas preferidas: Iron Maden, Angra, Hangar... Coloquei minha mochila nas costas e saí do quarto. Desci a escada do dormitório e fui ao pátio onde ouvimos o Diretor falar sobre o final de semana em casa e o seu prazo, o que não me deixava muito feliz.

Após o seu longo discurso, todos os alunos saíram e foram procurar seus responsáveis. Alguns, como eu, vão para casa de metrô. Eu fui junto com Jessie e Max, meus amigos de infância. Fomos conversando a viagem inteira, até chegarmos à minha casa.

Max foi para a sua casa no final da minha rua e eu fui andando junto com Jessie um pouco. O tempo fechou anormalmente, nuvens carregadas pairaram acima da minha rua, a ventania foi intensa e folhas secas voaram por todas as partes. Começou a chover muito forte e raios e trovões caiam há quase todo minuto.
Saímos correndo em direção a minha casa, mas ao longe uma forma ia tornando-se mais visível na chuva. Era um menino mais ou menos da minha idade, ele estava coberto por um longo casaco e capuz preto. Ele vinha andando devagar na chuva, parecendo não se importar.

Ao chegarmos perto de casa, uma descarga passou pelo meu corpo e senti a dor de um impacto forte ao chão. Atordoado e com a visão turva, tentei restabelecer a consciência. Estava ensopado no meio da rua, Jessie estava desacordada a minha calçada. Levantei-me e observei o menino que vinha na minha frente.

Olhos dele estavam incandescentes azuis, como se uma eletricidade enorme passasse por seu corpo. Suas mãos estavam cobertas por uma luva metálica. A eletricidade acendeu em suas mãos e duas bolas de energia viram em minha direção. Rolei para o lado direito e segurei meu anel e em cada mão apareceu uma espada longa, como se fossem espadas samurai.
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Re: Tyler M. Castelly- O começo

Mensagem por Tyler M. Castelly em Dom Maio 01, 2011 10:39 am

#Capitulo II

Minha mente estava confusa demais para compreender a sitação. Um menino elétrico atingira a mim e a Jessie, que estava desacordada. Eu tinha duas espadas samurais nas mãos que apareceram do nada. Tudo já era bastante complicado, mas se eu não fizesse nada, iria morrer. Olhei rapidamente para meu corpo, e vendo que tinha apenas arranhões do impacto com o chão, ataquei, ou pelo menos tentei atacar.

Brandi minhas espadas cruzadas acima de meu peito. O menino havia parado, supreso com minha reação. Em suas mãos apareceu um cetro, e ele o levantou para cima e dele saiu uma onda de energia tranparente. Não era eletricidade, era só energia de impacto, que ao se chocar comigo, jogou-me á três metros de distância.

Caí no chão feito um saco de areia. Minha cabeça doía e estava cansado. Minhas roupas estavam pesadas e a locomoção cada vez mais lenta. Arrastei-me tentando pegar minhas espadas mas o menino apareceu rapidamente perto de mim. Ele se jogou em cima de mim e pressionou seu cetro contra meu peito, de modo que eu não pudesse respirar.

Segurei o cetro com força, tentando empurrá-lo. Minhas mãos estavam ocupadas segurando o cetro, mas o menino segurava o cetro só com a mão esquerda. Com a mão direita ele invocava uma série de fagulhas elétricas.
- Junte-se ao senhor Cronos ou morrerás!- Disse o menino agressivamente, enquanto invocava mais e mais fagulhas.

- Não... vou...me...juntar...a...ninguém...- Eu disse com dificuldade tentando empurrar o cetro.

- Pois bem, então morra!- Disse o menino tempos antes de jogar as fagulhas contra meu peito.
Ele ergueu a mão direita e com extrema rapidez, jogou as fagulhas elétricas em meu peito, do lado esquerdo... O coração. A descarga passou por todo o meu corpo, a sua voltagem era tão grande que fiquei paralisado com o contato, deixando-a passar por todo o meu corpo sem alguma reação.
Aos poucos minha visão foi escurecendo, já não respirava mais e em poucos minutos meu corpo estava morto. De olhos abertos, e jogado no meio da rua como um indigente, fiquei sem misericórdia de meu oponente.
O menino se levantou e foi em direção a minha casa, havia parado de chover, e não havia movimento algum na rua. Ele jogou um raio no portão de minha casa que explodiu em muitos pedaços e entrou.
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Re: Tyler M. Castelly- O começo

Mensagem por Tyler M. Castelly em Qua Maio 11, 2011 8:12 pm

Capitulo III

Jessie acordou assustada e um pouco tonta. Sua visão estava turva e ao levantar-se cambaleou e quase caiu. Aos poucos Jessie foi recuperando a visão e o equilíbrio. Em alguns minutos, Jessie avistou meu corpo estirado ao chão ao lado de minhas espadas com a camisa queimada e meus olhos abertos sem movimento.
Ela chegou perto de mim e começou a chorar. A tristeza havia dominado todo o local, e Jessie ainda permanecia ao lado de meu corpo sem vida. Ela olhou em meus olhos e parou de chorar. Ela fixou o olhar e esfregou os olhos com força não acreditando no que via.
Jessie estava se incomodando com a cor de meus olhos que era bastante comum, mas em casos especiais ganhava uma diferença grande. Na IMC, quando me envolvia em uma briga e estava quase perdendo a luta meus olhos ganhavam a cor prateada e coisas inexplicáveis aconteciam como o arremesso de meus adversários a uma longa distância e outras coisas.
Assim estavam meus olhos, mais prateados que a Lua. E uma ventania havia tomado o lugar a nosso redor. Jessie ficara um pouco assustada e paralisara quando meu corpo começou a levitar. Meu corpo ficou a uns 50 centímetros do chão e o ar a nossa volta estava englobando meu corpo.
Aos poucos, o ar voltou aos meus pulmões e meu coração voltou a bater. O sangue circulava rapidamente por minhas veias para suprir a necessidade dos órgãos internos e externos. Minha pele crepitava como se estivesse sendo atingido por milhares de alfinetes, mas tentava mover meus membros devagar.
A cor dos meus olhos voltara ao normal e eu voltara ao chão. Mexi meus braços e pernas voltaram a ser mover enquanto minha visão estava apagada. Levantei-me e Jessie não disse uma palavra, eu não a tinha visto, então ficou um pouco complicado saber onde ela estava.
A minha visão voltou ao normal e logo pude ver Jessie. Ela levantou-se e abraçou-me forte chorando. Não estava compreendendo muito a situação, mas abracei-a também. Lembrei por um momento da luta e falei ao seu ouvido:
-Onde ele está?- perguntei sussurrando.
-Entrou na Casa e... -ela disse, mas não terminou, pois foi interrompida por um grito agudo vindo de minha casa. Nós nos separamos, peguei as espadas no chão e corri para casa e Jessie logo atrás.
Entrei na minha casa e vi a cena mais aterrorizante que já tinha visto. Minha mãe estava a beirada do 2° andar e o menino do capuz estava a ameaçando.
- Junte-se a nós e seja a oferenda de Cronos para trazer Éolo ao nosso lado- disse ele com convicção.
- Eu não vou me juntar a Cronos de jeito nenhum e Éolo também não- disse minha mãe com raiva e desespero. O menino levantou o cetro e eu sabia o que iria acontecer, mas fiquei parado apenas olhando.
- Então morra como aconteceu com seu filho... –disse ele em tom sarcástico para minha mãe.
- Meu filho... não pode ser... TYLER!!!-gritou ela em ultimato suplicando para ver-me novamente. Quando uma energia de impacto saiu do cetro e atingiu minha mãe e ela foi arremessada do 2° andar até o chão e durante esse tempo todo fiquei imóvel.
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Re: Tyler M. Castelly- O começo

Mensagem por Tyler M. Castelly em Sab Maio 28, 2011 1:24 pm

Capitulo IV

Não fazia sentido algum o que estava acontecendo. Um menino atacava-nos por motivo desconhecido. Jessie e eu ficamos totalmente abalados e ao chegar à minha casa ele atacava minha mãe. Eu nada podia fazer a não ser olhar e esperar que algo acontecesse.
A minha mãe caiu aos meus pés, ela batera a cabeça no chão de tal forma que começou a sangrar. Olhei atentamente para a minha mãe e a fúria subiu a minha cabeça. Meus olhos ficaram prateados e o uma ventania ao meu redor começou a surgir.


Meus pés saíram do chão e meu corpo foi de encontro ao assassino. Brandia minhas espadas samurais e ele o cetro.

- Mas... como ?- disse ele perplexo.


Não disse uma palavra e logo ataquei. Avancei contra ele e este logo lançou um raio. Coloquei as lâminas à frente e desviei o raio explodindo uma parede. Ele recuou e brandiu o cetro rapidamente. Ele atingiu
meu rosto com o cabo e cai para trás. No chão com o rosto sangrando ele apontou o cetro e disparou milhares de bolinhas flamejantes.

Rolei para trás e recuperei minhas espadas e corri em sua direção. Ele brandiu oi cetro de novo, mas eu com um golpe certeiro, retirei-o de sua mão e ele deslizou até a perto da parede vidro com vista para o outro lado da casa. Ele correu até o seu cetro disparando raios para todos os lados.

Quando ele alcançou o cetro, e virou para combater-me, já estava a menos de 1 metro dele e logo finquei as espadas no seu peito. Ele olhou-me perplexo e deixou o cetro cair de suas mãos. Seu corpo foi ficando sem vida e o seu sangue passou por minhas espadas. Chutei seu peito com tamanha violência e ódio que ele bateu contra a parede de vidro. A parede estilhaçou e ele despencou do 2º andar.

Larguei as espadas imediatamente e corri até minha mãe. Desci as escadas até ela. Jessie tentava mantê-la viva por alguns instantes. Aproximei-me e minha mãe disse com dificuldade:

- Tyler meu filho... vá até meu quarto... e pegue uma caixa debaixo de minhas roupas.
- Mãe você vai ficar bem... eu sei que vai.
- Não Tyler... – ela disse com dificuldade e seus olhos apertaram de dor e ela me disse - Eu te amo...

Logo ela pareceu perder o foco e os movimentos. Já não respirava mais. E ficamos ali olhando até que chamassem um médico e a polícia.
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Re: Tyler M. Castelly- O começo

Mensagem por Tyler M. Castelly em Seg Jul 18, 2011 2:51 am

Capitulo V

Passaram-se dos dias depois da morte de minha mãe, fiquei na casa de minha amiga Jessie e durante todo esse tempo não disse uma palavra. Jessie vinha a noite para saber se estava tudo bem e eu sempre assentia. Depois do Jantar fui para o quarto de hóspedes da casa de Jessie descançar, logo que entrei joguei-me na cama e fiquei olhando para cima com os braços cruzados embaixo de minha cabeça. Depois de dez minutos Jessie veio bater na porta. Ela entrou no quarto e sentou-se a beira da cama sem dizer nada, ela sabia o quanto estava abalado com a morte de minha mãe e quanto estava perdido em tudo aquilo.

-
Sabe Jessie... lembra o que minha mãe disse antes de... morrer? - Disse esperando ela assentir - Pois é, quero saber sobre isso, era o ultimo desejo de minha mãe e não posso deixar de cumprir - Disse a ela que não disse uma palavra - Talvez eu não volte para cá, então queria me despedir de você antes de ir - Ela olhou em meus olhos e pude ver a sua preocupação.

-
Tyler você não pode ir... e se algo acontecer?... se atentarem contra a sua vida novamente? - Disse ela com os olhos cheios d'água.

-
Não posso ficar Jessie, vocês estão em perigo comigo aqui. Não sei o que me espera lá fora, mas tenho que enfrentar - Logo que disse isso ela me abraçou chorando e ficamos ali por alguns minutos até ela ter de ir dormir.

Eram 6:00 da manhã quando levantei, tomei  um banho rápido e arrumei minhas coisas dentro de minha mochila da escola. Enquanto guardava as minhas coisas percebi que o Anel daquele dia esteve em meu dedo indicador todo esse tempo, então resolvi levá-lo. Quando terminei de me arrumar coloquei a mochila nas costas e deixei um bilhete de agradecimento em cima da mesa e fui olhar Jessie pela ultima vez.
Entrei no seu quarto abrindo a porta devagar, mas olhei todo o local e não a achei. A cama estava feita sem sinais de invasão, mas para onde ela fora? A minha pergunta foi bem respondida com um susto. Jessie tocou meu ombro e eu virei rapidamente com um soco, mas parei antes de meu punho chegar no seu rosto.

-
Essa foi por um triz!- Disse ela sorrindo.
-
O que você está fazendo?- Perguntei a ela com um olhar de reprovação.
-
Eu vou com você! - Ela disse colocando a mochila nas costas.
-
Não vai não! - Ela me encarou com a cara emburrada, mas logo desisti de convencê-la a desistir- Então vamos logo.

Ela pegou um outro bilhete e deixou sobre a mesa de jantar e logo em seguida saimos pelos fundos da casa. Caminhamos até a estação mais próxima e pegamos o primeiro metrô da linha 7. Partimos da estação e demoramos uma meia hora para chegar ao meu bairro. De longe dava para perceber a minha casa lacrada pela polícia. Olhei a faixada da casa e tudo me voltou a memória em menos de dois segundos, mas depois passou. Chutei a porta já quebrada e juntos avançamos até o quarto de minha mãe no segundo andar. Entramos lá bem devagar observando tudo como se estivéssemos vendo o que teria acontecido.

Entrei no quarto de minha mãe e fui até seu guarda-roupas. Retirei as roupas com maior cuidado até achar uma caixinha preta com detalhes em ouro. Peguei-a e a trouxe para cama onde sentei-me junto a Jessie. Ao abrir a caixinha vi dois papéis enrrolados e um deles parecia um pergaminho. Abri um e Jessie o outro que parecia um pergaminho. Peguei o papel com todo cuidado e meu coração batia a mil por hora, o desenrolei e percebi que era uma carta:
Amado filho, talvez quando você estiver lendo essa carta é por que algo aconteceu comigo. Preciso lhe contar a verdade por que você precisa saber. Foi muito difícil criá-lo sem a presença de um pai, mas contudo consegui este filho maravilhoso que você é. O seu pai não esteve presente durante a sua infância, pois ele precisava cuidar de seu império. Seu pai Tyler é um deus da mitologia grega, ele é Éolo, o Senhor do Vento. Os deuses não permitem que eles possuam qualquer contato com seus filhos, por isso ele não pôde cuirdar de você. Tyler, agora você é um héroi, um semideus, e todos os semideuses devem ir para o Acampamento Meio-Sangue para serem treinados e resguardados do perigo. Tome cuidado com os monstros que irão lhe atacar e lembre-se que sempre estarei com você. Eu te amo filho!
Enquanto lia em voz alta para Jessie ela olhava o segundo papel que contia uma espécie de mapa para chegar ao tal acampamento. Estava bastante confuso com aquilo, mas decide seguir em frente ver até onde isso iria dar.
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Re: Tyler M. Castelly- O começo

Mensagem por Tyler M. Castelly em Ter Jan 17, 2012 3:29 pm

A Ascenção de Shakai Daimaoh

Uma coisa que eu odiava mais do que ficar triste, é acontecer coisas que eu não queria no momento. Após ler a carta de minha mãe, percebi que três garotos adentravam a casa. Todos com camisetas laranjas e nelas estava escrito: "Acampamento meio-sangue". Aquele era o tal acampamento cujo minha mãe falara na carta, parecia uma opção favorável se não estivesse com ódio de minha própria vida. Olhei para o meu anel que se trasformou rapidamente. Corri para a sacada da casa e os intercptei logo na entrada.

- O que vocês querem?- Perguntei olhando nos olhos de todos. Eles perceberam na minha voz que não estava no meu juizo normal, então um sacou sua espada e avançou contra mim. Sua espada se chocou contra a minha, mantive as mãos firmes
aplicando somente a força nescessária e quando senti-me pronto o chutei no peito, desarmando-o.

- Espera! Não viemos em busca de mais sangue. Soubemos da morte de sua mãe e viemos buscá-lo - Disse o garoto assustado.

- Não preciso de sua ajuda, saiam daqui ou não hesitarei em atacar novamente! - Voceirei contra eles que acabei não me reconhecendo, mas aquele instinto parecia o certo a fazer.

- Você não tem coragem! Muito menos força para deter nós três , agora venha conosco moleque. - Disse o outro cara atrás de mim. Senti uma fúria imensa vindo de mim, não pude controlar, e quando vi já estava atacando.

Girei abaixando o corpo e estendendo a lâmina na direção do peito do cara atrás de mim. O corte foi fundo, mas não foi para matar, ele já não tinha condições de lutar. Dava para ver isso em seu rosto desesperado, depois bati com cabo da espada em seu rosto quebrando seu nariz e virei-me aos outros dois atrás de mim.

- Não preciso de sua ajuda, levem-no antes que morra. E se eu vir algum outro campista vocês não o verão mais-Disse a eles e adentrei a casa em busca de Jessie que estava aos prantos no quarto de minha mãe. Não acreditava que fui capaz de ferir aqueles garotos. Disse a ela que ficasse lá e que não esperasse por mim.Por fim , peguei a mochila e saí da casa.

Apartir daquele momento decidi renegar meu nome, meu pai , minha familia. Seria agora Shakai Daimaoh, e buscaria uma resposta contra aqueles que acabaram com a vida de Tyler, e essa resposta poderia custar a minha vida... ou não.
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Re: Tyler M. Castelly- O começo

Mensagem por Tyler M. Castelly em Dom Jan 29, 2012 4:07 pm

Capitulo VII


Não sabia se deveria continuar com aquilo, mas se aquela seria a realidade em que iria viver teria que tomar uma atitude. Joguei fora meu anel, e agora sem nenhuma proteção vagava pela cidade de Chicago. Passei pelo metrô, éstranhava o fato de ter tantas pessoas. Talvez por que só tinha alguns dias em casa no ano inteiro, mas aquela sensação não era normal. Estava mais desconfiado, tinha alguns arrepios que me deixavam cada vez mais ligado nos detalhes do metrô.
Fui direto para a linha 15 em direção a São Franciso, esperei meia hora até conseguir entrar em um vagão, e sinceramente, foram "longos" cada minuto. Sentei na janela ao lado de uma moça jovem, ela devia ter uns desessete anos. Usava um vestido preto decotado com um detalhe de ouro na alça esquerda e um sapato alto ( não me pergunte de qual marca, não sei nada de sapatos). Levava consigo uma bolsa preta e parecia muito interessada na paisagem por que não tirava seus olhos da janela.
Ela se levantou derrepente, parecia que ia descer, mas adentrou a cabine a frente. Era a sala de controle do metrô, todos olharam confusos e cochichavam uns com os outros até que as luzes foram desligadas. Levantei num salto como todo mundo, mas o metrõ dera uma arrancada tão brusca que todos foram jogados para trás. Caí no banco denovo um pouco atordoado.
Ouvia uns ruidos metálicos no teto que logo começou a abrir, garras enormes forçavam a abertura revelando a verdadeira forma do animal. Um monstro de 2 metros de altura com garras enormes, tinha o rosto parecido com um peixe e dentes afiados. Ele avançou contra as pessoas do vagão empurrando-as de uma vez. Levantei da cadeira em forma de protesto e como resposta ele voltou-se contra mim.
As suas garras vieram em minha direção abertas para me atingir em qualquer lugar, só pude me desviar para trás. ele cortara minha camisa em diagonais. Na velocidade ele cortou a barra de ferro que se usa para se apoiar. Ele era forte, mas não rápido então rolei até a barra de ferro e me afastei levantando em seguida. Ele jogou suas garras novamente pela direita. Logo abaixei-me e bati com a barra de ferro em seu joelho. Ele arqueou e contra sua vontade caiu de joelhos. Bati novamente em suas costas e ela caiu, no chão e sem pensar perfurei-o no meio das costas. Quando vi ele se transformara em areia e eu estava em pé com uma barra de ferro em mãos.
Me tranquilizara, mas o metrô arrastava nos trilhos da ponte. A velocidade estava danificando o veículo, tentei abrir a sala de comando, mas foi trancda por dentro. Só havia a saída no teto...

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